
Após um longo período de hibernação a chama da inspiração voltou a aquecer e clarear o meu coração, e o que estava frio e obscuro se tornou aquecido e claravidente, logo a vontade de voltar a escrever no blog se mostrou um objetivo interessante. Muitas vezes penso que seria inútil escrever algumas linhas por aqui, pois ninguém passa por aqui mesmo para ver o que essas poucas linhas têm a dizer... mas como que motivado por um impulso de rebeldia, deixo a razão e as inseguranças de lado e me apazíguo com a possibilidade e probabilidade(ainda que remota) de alguém passar por aqui e compartilhar um pouco dos meus pensamentos. Por vezes, até a certeza de que ninguém além de mim lerá o que tenho escrito, não me aflinge tanto... as vezes basta eu mesmo... afinal escrever no pergaminho virtual deste sítio me permite colocar em ordem a confusão de sentimentos que borbulha e ferve no meu coração. As vezes escrever me ajuda a me entender, acaba sendo um exercício de auto-conhecimento. E quem em sã consciência pode dizer que isso não é bom?
É interessante como o tempo todo somos levados pelas novas gerações e tendências sem uma simples avaliação de certo e/ou errado, necessário/desnecessário, de dever e/ou não. Caminhamos simplesmente como "gado", massa de manobra, sem fazer uso de nossa característica mais peculiar, a inteligência.
Há poucos dias notei na minha página do orkut, a atualização de um de meus contatos que dizia "nunca é tarde para reavaliar suas opiniões... elas definem sua postura perante a vida". E o que me chamou muito a atenção foi o fato de que algo totalmente óbvio, comum e necessário ao exercício de nossa condição de ser intelectual e social, torna-se pura e simplesmente, somente uma frase de efeito... acho que há um caminho de isolamento, de "robotização" e passividade tão extremos que não procuramos entender o mundo, o próximo e o pior, nem a nós mesmos. Como saberemos o que é bom para o mundo se nem ao menos sabemos o que é bom para nós? Parece que é proíbido pensar, que é chato aprender e terminantemente grosseiro questionar.
O que quero dizer com isso é que não devemos nos tornar rebeldes sem causa, seres miseráveis que motivados pela força da juventude(na maioria das vezes) contestam tudo e todos com o mais inógbil dos sentimentos, a busca desenfreada e ilimitada pelo próprio prazer. Mas abrirmos mão de nossa condição ativa de agente de transformação social - na busca de um edifício social equilibrado - nos tornando "autistas" em relação a própria vida, sem questionar, sem sentir, sem ver, nos empobrece de tal forma que nos faz menor do que realmente somos. Prostituimos assim a coroa da criação divina... fazendo de nós mesmos nem seres intelectuais, muito menos espirituais.
Meu intuito é que nós possamos pensar, para sermos agentes de transformação permanentes, que vivamos segundo os ditames da honra, da justiça e do amor. Que possamos perseguir o aperfeiçoamento moral, o amor fraternal e a emanciapação progressiva e pacífica no infinito de nosso universo interior, fazendo-nos senhores de nossas próprias vontades e não escravos de tradições e/ou novas tendências equivocadas.
É interessante como o tempo todo somos levados pelas novas gerações e tendências sem uma simples avaliação de certo e/ou errado, necessário/desnecessário, de dever e/ou não. Caminhamos simplesmente como "gado", massa de manobra, sem fazer uso de nossa característica mais peculiar, a inteligência.
Há poucos dias notei na minha página do orkut, a atualização de um de meus contatos que dizia "nunca é tarde para reavaliar suas opiniões... elas definem sua postura perante a vida". E o que me chamou muito a atenção foi o fato de que algo totalmente óbvio, comum e necessário ao exercício de nossa condição de ser intelectual e social, torna-se pura e simplesmente, somente uma frase de efeito... acho que há um caminho de isolamento, de "robotização" e passividade tão extremos que não procuramos entender o mundo, o próximo e o pior, nem a nós mesmos. Como saberemos o que é bom para o mundo se nem ao menos sabemos o que é bom para nós? Parece que é proíbido pensar, que é chato aprender e terminantemente grosseiro questionar.
O que quero dizer com isso é que não devemos nos tornar rebeldes sem causa, seres miseráveis que motivados pela força da juventude(na maioria das vezes) contestam tudo e todos com o mais inógbil dos sentimentos, a busca desenfreada e ilimitada pelo próprio prazer. Mas abrirmos mão de nossa condição ativa de agente de transformação social - na busca de um edifício social equilibrado - nos tornando "autistas" em relação a própria vida, sem questionar, sem sentir, sem ver, nos empobrece de tal forma que nos faz menor do que realmente somos. Prostituimos assim a coroa da criação divina... fazendo de nós mesmos nem seres intelectuais, muito menos espirituais.
Meu intuito é que nós possamos pensar, para sermos agentes de transformação permanentes, que vivamos segundo os ditames da honra, da justiça e do amor. Que possamos perseguir o aperfeiçoamento moral, o amor fraternal e a emanciapação progressiva e pacífica no infinito de nosso universo interior, fazendo-nos senhores de nossas próprias vontades e não escravos de tradições e/ou novas tendências equivocadas.
Vander Guerra
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