sábado, 20 de junho de 2009

Glaciar Martial


Mesmo durante a noite gelada que nevou praticamente sem parar, tive que me descobrir e ainda suava de tanto calor que sentia. A calefaçao devia estar no maximo. Como acordei com o suor molhando meu corpo, levantei para para me sentir melhor... estava com muito calor. Olhei para fora pelo vidro da janela e a nevasca era mais intensa e jah cobria carros e a rua. LINDOOOOOO!!!
Fiquei alih no meio da madrugada admirando a paisagem atipica para nos brasileiros, realizando um sonho de uma vida inteira.
Na manha seguinte levantei junto com a Feli. A Feli eh uma espanhola que começou a dividir o quarto comigo a partir da terceira noite. Começamos a conversar e elah perguntou o que eu faria naquele dia. Falei que ira ao museu e dependendo de um contato ir no centro de esqui. Ela falou que queria ir no Glaciar Martial. Falei que podia ser uma boa opçao de passeio... mas que deveria esperar um pouco um contato ou nao do casal brasileiro. Ficamos no hostel um pouco e nenhum contato. Decidi entao ir junto com ela ao glaciar. Começamos andando e depois pegamos um taxi... a medida que iriamos nos aproximando da montanha a neve era cada vez mais espessa!! Um visual incrivel!!
Chegamos no inicio do caminho do glaciar, onde o teleferico estava desligado e o centro fechado. Teriamos que subir pela trilha. Nisso, chegam tambem varios soldados e oficiais do Exercito Argentino. Iriam fazer um treinamento de salvamento na neve em montanha. Começaram a colocar grampos nas botas e depois de todos preparados começaram a subir. Olhei meio de lado para a Feli como quem diz: "que parte da historia eu nao entendi?" Rs
Chegaram depois num outro taxi uns tres rapazes com pranchas de snowboard e tambem começaram a subir a trilha. Nisso tanto eu como a Feli estavamos ainda na base bestificados com a beleza da paisagem. Mesmo ela sendo espanhola, nunca tinha visto tanta neve. Ela eh de Barcelona onde nao neva e nao vai muito as montanhas onde neva com mais frequencia em seu pais. Perguntei se ela nao tinha ido em nenhuma estacao de esqui em algum outro pais da Europa e ela me disse que tinha ido mas nunca em pleno inverno e que por isso nunca tinha visto tanta neve como via naquele dia. Tambem ficou encantada!! Começamos a subir e levamos primeiro tombo. Tentamos subir mais um pouco e caimos de novo. Tentamos nos levantar e mais um tombo. A medida que a inclinaçao da trilha aumentava mais dificil ficava para nos nos manter em peh. Comecei a tentar forçar com o peh um buraco no chao para apoiar a perna para dar um passo e nao consegui e caih de novo. Resolvi espalhar a neve em volta do meu peh que estava muito fofa e tinha mais ou menos ums 40 centimetros de altura. Para minha surpresa por baixo de toda aquela neve havia sem exagero uns 15 centimetros de camada de gelo, liso, liso. Era essa a razao da gente nao conseguir ficar em peh e tambem a razao dos militares estarem com grampos sob as botas. Mostrei para a Feli e como seria impossivel subir a trilha sem equipamento adequando resolvemos voltar. Ficamos alih mais um pouco apreciando a visao e vendo os rapazes usarem suas pranchas para esquiar. O frio entrentanto estava terrivel e resolvemos voltar para a cidade, mas andando para ir apreciando toda a paisagem. Foi muito lindo tudo o que vimos.
Depois jah exaustos da longa caminhada da montanha ateh a cidade fomos almoçar. Depois fomos ao Museu indigina e quando nos demos conta o dia jah havia passado e começava a escurecer.
Passamos no mercado para comprar algo para preparar na janta. Ela comprou uma sopa knorr e eu comprei macarrao com molho de tomate e queijo. Preparamos nossa janta e depois ficamos conversando e bebendo uma cervejinha bem geladinha. Mesmo no frio a cerveja tem que estar gelada! Rs

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